quarta-feira, 27 de abril de 2016

Como assimilar o que LEIO?!


Eu sempre digo quem Lê bem e cria o hábito da leitura e escreve o que leu,acaba assimilando melhor....
Busque escrever resumos do que leu e entendeu no final de cada leitura, mas não se esforce ou se torture tentando lembrar de tudo, escreva somente aquilo que lembrar. Depois, após reler o capítulo, escreva novamente e assim por diante. Eu faço isso nas minhas leituras quando estudo conteúdos de biologia, pois preciso ler diariamente e compreendê-los muito bem.

Crie um blog para você! Faça esquemas,resumos!! Faça-o apenas para publicar resenhas diárias do que você está lendo e aprendendo. É uma ótima forma de assimilar ainda mais as suas leituras,muitos estudantes fazem assim. Eu faço isso sempre aqui nos amantes da biologia. Além de ajudar outras pessoas, eu treino a minha produção de textos e ainda consigo transmitir algumas informações que aprendi por meio dos livros. Seu blog não precisa ser visto por ninguém, crie-o apenas para descarregar tudo aquilo que aprendeu e está na sua mente. Ou, se preferir, faça apenas em word ou slides no power point, com esquemas, etc. Use sua criatividade para escrever o que está fresquinho em sua mente e fixar ainda mais!

SÉRIE: ANIMAIS FEIOS !!

As baratas d’água são insetos fascinantes. Mas poucas pessoas sabem que na verdade não se trata de uma barata e sim o membro da ordem dos hemípteros, ou seja, é um percevejo aquático. Todas as baratas d’água pertencem a família Belostomatidae. Mas popularmente, dependendo da região do país são chamados de arauembóia, bota-mesa, pica-dedo e escorpião-d’água. Em inglês são conhecidos como “Giant Water Bugs” (Insetos gigantes da água), pois são um dos maiores insetos que existem podendo chegar a 15 cm de comprimento.

Como muitos percevejos o hábito alimentar é bem entranho. Para se alimentar, agarram as suas “vítimas” com as patas dianteiras (que são muito maiores que as outras) e injetam uma poderosa saliva digestiva que dissolve o interior da sua presa. As vísceras da vítima se transformam em uma meleca orgânica pastosa que facilmente sugada pelo aparelho bucal da barata d’água. Na água, comem caramujos, lesmas girinos, salamandras, peixinhos (veja na foto).

A reprodução é incrível. As baratas d’água podem sair da água a noite para se acasalarem. A cópula ocorre durante a primavera e os ovos são postos em plantas aquáticas ou em matéria vegetal em decomposição. Em algumas espécies, as fêmeas depositam os ovos sobre as costas dos machos, junto com um líquido adesivo, obrigando-os a carregar os ovos até a eclosão. Acredita-se que isso ocorra porque os machos costumam consumir os ovos e, em suas costas, o acesso torna-se praticamente impossível. Muito legal!

É muito comum encontrarmos esses insetos mortos perto de postes de luz. Os pesquisadores acreditam que por serem animais que evoluíram orientando-se pelas estrelas, costumam ser atraídas por luzes brilhantes, o que faz com que se desorientem, voem em espiral e depois morram de exaustão.


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Poucas pessoas sabem que na verdade não se trata de uma barata e sim o membro da ordem dos hemípteros, ou seja, é um percevejo aquático.

SÉRIE: ANIMAIS FEIOS!!

Toupeira-nariz-de-estrela

A toupeira-nariz-de-estrela (Condylura cristata) está na lista dos mamíferos mais esquisitos do mundo, é pertencente à família Talpidae.

Este animal pode ser encontrado em vários habitats de solo úmido, preferindo áreas de má drenagem, incluindo pântanos, turfeiras, florestas de coníferas e folhosas, prados úmidos e clareiras, margens de córregos, lagos e lagoas; vivendo nos túneis subterrâneos da América do Norte perto de rios e lagos.

Este animal pode medir cerca de 15 a 20 centímetros de comprimento, possui uma cauda longa e pelos à prova d'água, possui hábitos noturnos e diurnos, não hibernam durante o inverno, ou seja, são ativas durante o ano todo.

SÉRIE: ANIMAIS FEIOS!!

Não, não estamos xingando o pobre animal. Este é o nome popular da espécie Heterocephalus glaber, que é feia, enrugada e pelada, mas vive muitos anos a mais do que ratos comuns, não é afetado por produtos químicos e nunca tem câncer. E, por isso, começa a despertar a curiosidade de cientistas que buscam entender problemas que afetam os humanos, como câncer e envelhecimento.


Foto: Juha Ristolainen

"O rato-toupeira pelado é uma espécie antiga. Sua estrutura social é como a dos insetos", afirma Thomas Park, biólogo da Universidade de Illinois, em Chicago, que estuda os animais. Por muito tempo a ciência se concentrou em seu modo de vida diferente, mas só agora começa a estudar suas outras características interessantes.


Geralmente a expectativa de vida dos animais está diretamente relacionada a seu tamanho. Os pequenos vivem menos do que os grandes. Enquanto ratos e camundongos vivem cerca de 3 anos em cativeiro, os pelados chegam a 30 anos. Eles são os roedores que mais vivem. E não pense que eles sofrem muito com a velhice. Seus ossos continuam fortes, o corpo em forma, nenhum sinal de doenças do coração e câncer. E as fêmeas continuam a procriar mesmo com o peso da idade.


Rochelle Buffenstein, fisiologista da Universidade do Texas estuda os animais há 30 anos e agora quer encontrar explicações moleculares para sua longevidade. Um das teorias de envelhecimento mais aceitas é a do estresse oxidativo, que diz que oxigênio contendo radicais livres danificam as moléculas do corpo com o tempo, até que elas parem de funcionar de vez. Para ela, os ratos pelados têm uma taxa menor de danos oxidativos do que espécies menores.
Editora Globo
Mas para surpresa da pesquisadora, ela descobriu níveis maiores de danos oxidativos em ratos pelados do que em camundongos comuns da mesma idade. Com a diferença que os danos não tinham impactos no bem estar dos parentes sem pelos.
Para entender o que acontece, a fisiologista observou a estrutura tridimensional das proteínas dos roedores. As estruturas dos ratos comuns começam a perder a forma assim que elas sofrem danos oxidativos, e faz com que parem de trabalhar direito, enquanto a proteína dos "carecas" aguenta muito mais a oxidação antes de perder a forma. "Achamos que a estabilidade da proteína é um componente importante da longevidade. Se suas proteínas mantém a integridade, se têm mecanismos para se proteger, não importa o tipo de estresse que ela vai sofrer", diz a pesquisadora.
Câncer
Muitos camundongos têm tumores detectados quando morrem, mas a doença nunca foi encontrada nos ratos pelados. "Toda vez quem um morre, tentamos descobrir o motivo. Nunca vimos um tumor, lesões e sinais de linfoma. Nós sabemos que eles não têm câncer relacionado ao envelhecimento", diz Rochelle.
Os pesquisadores injetaram células cancerígenas de roedores e humanas nos animais. Em duas semanas, os camundongos desenvolveram a doença. E seis meses depois, os ratos pelados não apresentavam nenhum problema. As células anormais continuaram em seu corpo, mas param de se replicar. "Acreditamos que os ratos-toupeira têm um mecanismo de vigilância melhor para acessar o que há de errado em seu DNA", diz. Quando algo dá errado, as células são seladas e ficam incapazes de reproduzirem.
Uma outra possibilidade investigada por cientistas da Universidade de Rochester é que as células destes animais param de se multiplicar bem antes que as nossas e as dos outros roedores. A equipe está tentando identificar sinais extracelulares que façam com que as células tumorais parem de se replicar, para quem sabe um dia ativar ou injetar o mesmo mecanismo em humanos.
Outra curiosidade investigada sobre esses animais é sua resistência a dores químicas. Quando entram em contato com pimenta, por exemplo, eles não sentem nada. Sentir dor é importante. Quando encostamos no fogo, a dor avisa que há algo de errado, por exemplo. Mas dores pós-cirúrgicas e outras situações poderiam ser evitadas se os cientistas conseguirem imitar o mecanismo dos ratos.
Segundo Park, a explicação para a resistência a dor poderia ser o local onde os animais vivem, no subterrâneo com níveis baixos de oxigênio e altas concentrações de amônia e dióxido de carbono, que afetariam nervos que o animal "desliga" para sobreviver.

SÉRIE: ANIMAIS FEIOS !!

Lêmure Aie-Aie

Animais Feios: Lêmure Aie-Aie

Não é só de mico-leão dourado que se faz a lista de animais em extinção. A série Animais Feios traz alguns dos animais não tão fofos quanto um Bicho-Preguiça, mas que compõe tão a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) tão preocupantemente quanto, e ainda são protegidos pela Sociedade de Preservação de Animais Feios. O primeiro de nossa série especial é o Lêmure Aie-Aie. Já viu esse carinha por aí? 

Primata da classe dos lêmures, o Aie-Aie (também chamado de ai-ai ou aye-aye) é originário deMadagascar. De pêlos negros e hábitos noturnos, vive principalmente em árvores, local de onde também retira sua alimentação que se resume em larvas de insetos dos troncos das árvores, frutas, néctar, nozes, sementes e fungos. De fácil adaptação a novos ambientes, o Lêmure Aie-Aie já foi catalogado em regiões como a caatinga e até em manguezais, justamente por sua presença depender basicamente da existência de seu recurso alimentar, que por vezes, é mutável de acordo com a região. 
Pelo menos 50% dos Lêmures Aie-Aie desapareceram nos últimos 40 anos. Considerada “em perigo de extinção” pela IUCN, o desaparecimento contínuo da espécie se dá, principalmente, pela apreciação de sua carne, tanto para o comércio ilegal de animais silvestres, como para o consumo local. Ainda segundo o relatório da Lista Vermelha, o animal é visto como praga e símbolo de má sorte em algumas aldeias e regiões, pois roubam cocos, mangas, cana-de-açúcar e lichia de áreas de cultivo, e por isso são mortos. Se mantido o ritmo, 50% dos animais que ainda restam podem desaparecer nos próximos 25 anos.

Ficha

lemure-aie-aie

Nome Científico

Daubentonia madagascariensis 

Nome Comum

Lêmure Aie-Aie 

Local de Incidência

Madagascar


 

segunda-feira, 25 de abril de 2016

ENDÓCRINO SEGUNDO O DESCOMPLICA!!

sistema endócrino é formado por um conjunto de glândulas endócrinas,  responsáveis pela produção de hormônios. Essas glândulas são chamadas de endócrinas pois lançam os hormônios diretamente no sangue.
glandulasnendocrino
Glândulas endócrinas

O Sistema Endócrino Humano

Vejamos algumas glândulas que constituem o sistema endócrino humano e a função dos hormônios produzidos por elas.
Hipotálamo
Está localizado na base do encéfalo, abaixo da região encefálica chamada de tálamo. Apresenta células neurossecretoras, que são neurônios especializados na produção e liberação de hormônios.
Hipófise
Está localizada sob o encéfalo e ligada ao hipotálamo. Também é chamada depituitária e é constituída de duas partes: a adeno-hipófise e a neuro-hipófise.
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Hipófise e hipotálamo
Neuro-hipófise (lobo posterior da hipótese):
Libera dois principais hormônios produzidos pelas células neurossecretoras do hipotálamo: a ocitocina e o hormônio antidiurético (vasopressina ou ADH).
Hormonioneurohipofise
Nome, estrutura química e principais efeitos dos hormônios liberados pela neuro-hipófise
Adeno-hipófise (lobo anterior da hipófise): 
Produz diversos hormônios, cuja secreção depende de estímulos do hipotálamo.
Hormoniosadenohipofise
Nome, estrutura química e principais efeitos dos hormônios produzidos pela adeno-hipófise
Tireóide
Localiza-se no pescoço, logo abaixo da cartilagem da glote, sobre a porção inicial da traquéia.
Tiroides
Localização das glândulas tireóide e paratireóide
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Nome, estrutura química e principais efeitos dos hormônios produzidos pela tireóide
Paratireóides
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Nome, estrutura química e principais efeitos do hormônio produzido pelas glândulas paratireóides
A espécie humana apresenta quatro glândulas paratireóides, que ficam aderidas à parte posterior da tireóide.
Pâncreas
O pâncreas apresenta funções endócrinas e exócrinas, sendo classificado como uma glândula mista. A parte exócrina é constituída por pequenas bolsas que liberam suco pancreático no duodeno. A parte endócrina é formada por células denominadasilhotas de Langerhans. Essas ilhotas possuem dois tipos celulares: células alfa (produzem glucagon) e células beta (produzem insulina).
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Localização do pâncreas
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Nome, estrutura química e principais efeitos dos hormônios produzidos pelo pâncreas
Adrenais ou supra-renais
São localizadas sobre o rim e constituídas por tecidos secretores distintos: o córtex(parte externa da glândula) e a medula (porção interna).

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Localização das glândulas supra-renais (circuladas em vermelho)
Hormonioadrenais
Nome, estrutura química e principais funções dos hormônios produzidas glândulas supra-renais (medula e córtex)
Gônadas
Chamadas de testículos nos machos e ovários nas fêmeas, as gônadas produzemhormônios sexuais esteróides que controlam o ciclo reprodutivo e o comportamento sexual.
– Homem
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Nome, estrutura química e principais funções dos hormônios produzidos pelos testículos
– Mulher
Hormoniomulher
Nome, estrutura química e principais funções dos hormônios produzidos pelos ovários ( folículo e corpo amarelo)

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Que tal uma "siesta" após o almoço!?



O sono que sentimos depois do almoço se dá devido ao um instinto natural do nosso organismo. O “aviso” de satisfação (fome saciada) enviada ao cérebro “desliga” nossos sinais de alerta. Isso por que, a glicose vinda dos alimentos aumentam nossos níveis glicêmicos e inibem as células nervosas responsáveis pela sensação de alerta e então somos parcialmente desligados. Este ciclo, provoca uma diminuição nas nossas atividades gerais causando uma sensação de sono, dormência, preguiça e tudo mais. O sono funciona para nós seres humanos como um repositor de energia. Durante a noite, enquanto dormimos, repomos nossas energias através da produção de ATP e glicogênio, que abastecem nosso organismo para o dia seguinte. Quando cochilamos por cerca de 15 a 20 minutos, conseguimos ativar este mecanismo de forma a repor parte das energias perdidas ou que não foram repostas durante a noite.



O ideal é cochilar de 20 a 30 minutos


O recomendado é que a “siesta” dure de 20 a 30 minutos após o almoço, o que já é suficiente para restaurar o equilíbrio do corpo, fortalecer a memória, aumentar a concentração, além de melhorar a parte motora. Quem gosta de dormir por 2 ou 3 horas depois do almoço deve mudar seus hábitos, pois é um tempo muito longo e irá interferir no sono noturno, que é mais saudável. A parte do cérebro que mais trabalha ao longo do dia é exatamente a que está ligada a memória. Quando não dormimos bem, ela reflete o nosso cansaço, e é por isso, que em geral, pessoas sonolentas não conseguem focar sua atenção e muito menos se lembrar de algo.
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Fonte: Minha vida

Cavalo-marinho : Pai ou Mãe ?






cavalo-marinho (Hippocampus) é um peixe ósseo, da família Syngnathidae. Existem 32 espécies diferentes de cavalos-marinhos nos mares de regiões de clima tropical e temperado, em profundidades que variam de 8 a 45 metros. Todas as espécies são consideradas vulneráveis por órgãos de proteção à natureza.
Cavalo Marinho. Ilustração: Pearson Scott Foresman [Public domain], via Wikimedia Commons
Cavalo Marinho. Ilustração: Pearson Scott Foresman [Public domain], via Wikimedia Commons
O cavalo-marinho possui uma cabeça alongada, muito parecida com a cabeça dos cavalos, inclusive a crina. Sua semelhança com o cavalo deu origem ao nome. O corpo desse pequeno e delicado peixe é coberto por placas em forma de anel. Possuem ainda a barbatana dorsal redonda e minúsculas nadadeiras peitoral e anal. Esse peixe pode medir entre 15 cm e 18 cm.
Assim como os camaleões, os cavalos-marinhos mudam de cor e movimentam seus olhos saltados em diferentes direções, independentes um do outro. O cavalo-marinho é o único peixe que possui a cabeça perpendicular ao corpo
Para nadar, o cavalo-marinho vibra as barbatanas dorsais com velocidade. Nada na posição vertical, e possui uma cauda preênsil com a qual se agarra em plantas marinhas no momento em que se alimentam.
Em todas as fases de sua vida, possui hábitos alimentares carnívoros, alimentando-se de pequenos crustáceos, moluscos e vermes, que são sugados por seu focinho tubular. Só comem alimentos que se movimentam.
A reprodução desse peixe é fora do comum, pois é o macho da espécie que gera os filhotes. A fêmea, no momento da cópula, transfere os ovos de sua bolsa incubadora para dentro da bolsa incubadora do macho. A fecundação é interna, pois ocorre dentro da bolsa incubadora do macho, no momento que ele libera o esperma. Essa bolsa fica na região ventral da cauda. A gestação dura dois meses, geralmente na primavera. No momento do nascimento, os ovos eclodem dentro da bolsa incubadora. O macho se contorce violentamente para expelir os filhotes, em média 500 por gestação.
Os filhotes nascem com menos de 1 cm, transparentes. Apesar de sua fragilidade, já se tornam completamente independentes dos pais ao nascer. A primeira coisa que fazem é subir a superfície para encher as bexigas natatórias de ar, para que tenham equilíbrio ao nadar. Apenas 3% dos filhotes sobrevivem aos predadores naturais.
No Brasil existem duas espécies de cavalo-marinho: Hippocampus erectus e Hippocampus reidi.



Não é de hoje que cientistas sabem que machos de cavalo-marinho ficam ‘grávidos’. Essa espécie faz parte da única família do reino animal capaz de realizar a façanha: os Syngnathidae, que incluem ainda o peixe-agulha e o dragão-marinho.
O cavalo-marinho carrega os óvulos da fêmea em uma bolsa especial. Por isso, cabe a ela escolher o parceiro que seja maior e apresente mais ornamentos em seu corpo. É nele que ela vai depositar seus óvulos.
Para atrair a fêmea, o macho precisa fazer uma dança do acasalamento. Ele, então, fertiliza esses óvulos e passa a tomar conta dos embriões enquanto eles crescem.
“Surpreendentemente, os pais cavalos-marinhos fazem muitas das coisas que nós, mulheres, fazemos por nossos bebês”, afirma Camilla Whittington, principal autora do novo estudo, que examina a gravidez em machos.
“Os bebês cavalos-marinhos obtêm grande parte de seus nutrientes através da ‘gema’ do óvulo vindo da mãe, mas a bolsa do macho evoluiu para poder acomodar o complexo desafio de proteger os embriões de infecções, fornecer nutrientes adicionais, e ainda fazer a troca de oxigênio e gás carbônico e administrar a eliminação dos excessos digestivos”.
Os estudiosos também monitoraram as mudanças genéticas que ocorrem conforme os embriões se desenvolvem. Também nisso o processo pode ser comparado ao que ocorre no ser humano.
“Nós evoluímos de maneira independente para superar esses desafios, mas nossa pesquisa sugere que até mesmo animais com um parentesco extremamente distante usam genes semelhantes para administrar a gestação e produzir filhotes saudáveis”, concluo.

SUA POSTURA E SEU CELULAR LEIAM!!






Nossa coluna cervical não foi feita pra ficarmos olhando pra tela de um celular (a bem da verdade, não foi feita pra muita coisa que fazemos diariamente, mas quem se importa?). Vocês já pararam para pensar nas forças atuantes sobre ela ao usar um celular? Bem, a Ciência pensou.


O modo de vida que adotamos é uma bosta pro nosso pescoço. Com a cabeça alinhada com o pescoço, a carga sobre o pescoço fica em torno de 4,5 e 5,4 kgf. Já uma inclinação de 45º acarretará num esforço equivalente a 22 kgf, conforme a ilustração.OBS: 1 kgf é o peso normal do quilograma-padrão, ou,


1 kgf = (1 kg).(9,806 65 m/s2) ~ 9,81 N


Por causa dessa postura, há pressão excessiva sobre ossos, músculos, tendões e ligamentos, causando desde desconforto e dores no pescoço. Do seu pescoço reflete em toda a sua postura e você vira o Corcunda de Notredame. E se analisarmos que as pessoas ainda usam leitores de ebook, tablets, phablets etc, aí mesmo que sua saúde ortopédica vai pro saco.


Nossa vida mudou muito com a tecnologia de informação e seus aparelhos maravilhosos. Estamos pagando um preço pela nossa vida moderna, com as comodidades inerentes, mas grandes poderes trazem grandes responsabilidades, e nossa maior responsabilidade é para com a nossa própria saúde, mas ainda assim continuaremos usando todos estes gadgets ( dispositivos portatéis de vários segmentos ), e amargar dores achando que valem a pena.


Mas valerão até quando?

http://ceticismo.net/

ossa coluna cervical não foi feita pra ficarmos olhando pra tela de um celular (a bem da verdade, não foi feita pra muita coisa que fazemos diariamente, mas quem se importa?). Vocês já pararam para pensar nas forças atuantes sobre ela ao usar um celular? Bem, a Ciência pensou.







O celular é quase um companheiro inseparável, visto por muitos como um bem essencial no dia a dia - mas o que muitas pessoas não sabem é que o uso excessivo deles pode causar danos ao corpo humano.


Se você sente constantes dores de cabeça, um couro cabeludo extremamente sensível ou um incômodo atrás de um olho, a culpa pode estar no uso indevido do smartphone.


Especialistas dizem que são cada vez mais comuns os casos de "text neck" - "pescoço de texto" em tradução livre -, dores na cabeça ligadas a tensões na nuca e no pescoço causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular.


Segundo a fisioterapeuta Priya Dasoju, a "pescoço de texto" também pode levar a dores no braço e no ombro.


"O que estamos vendo são cefaleias cervicogênicas", afirmou. Ela diz que o problema vem de tanto inclinar a cabeça para frente da tela do celular, e isso cria uma pressão intensa nas partes frontais e traseiras do pescoço.




Esse problema pode se agravar e, em alguns casos, pode levar a uma condição conhecida como nevralgia occipital.


É uma condição neurológica em que os nervos occipitais – que vão do topo da medula espinhal até o couro cabeludo – ficam inflamados ou lesionados. Ela pode ser confundida com dores de cabeça ou enxaqueca.


"Cerca de 30% dos nossos pacientes que vemos têm nevralgia occipital", disse a osteopata Lola Phillips.


"Você tende a ter esse problema quando usa muito tablets, laptops ou smartphones. Você começa a sentir uma tensão na parte da frente do pescoço e uma fraqueza na parte de trás dele."


A dor pode ser intensa, como se o pescoço estivesse "queimando", e começa na base da cabeça, se estendendo por toda a parte superior, no couro cabeludo.


Geralmente, as dores começam na parte de trás da cabeça, no nervo occipital, mas às vezes elas ficam localizadas mais na parte da frente, acima dos olhos.


Você pode sentir a dor em um dos lados da cabeça ou nos dois, e até atrás dos olhos quando movimenta o pescoço. O conselho para curar o problema é mudar de postura na hora de mexer no celular – e evitar o uso excessivo dele.


"Quem sofre disso deveria pensar em adotar posturas diferentes quando estiver usando o celular. Sentar na vertical, por exemplo, e levantar o celular ou usar um suporte para ele ficar em uma altura mais adequada", explica a osteopata Lola Phillips.


"É preciso ter mais disciplina com o uso do telefone também", reitera.




O tratamento inclui correção de postura, massagem e remédios anti-inflamatórios, mas em alguns casos é preciso tomar medidas mais drásticas.


Adam Clark Estes teve que injetar um coquetel de esteroides e outros relaxantes nos nervos ao redor do seu pescoço.


"Dói bastante. Acho que o médico me deu quase 20 injeções separadas e depois delas eu fiquei tão mole que achei que iria desmaiar."


"Depois de me recuperar, o médico me disse que me sentiria melhor em um dia – e melhorou mesmo", conta.


Médicos também podem receitar relaxantes musculares, antidepressivos.


Especialistas dizem que a prevenção é a melhor opção. Diminuir o uso de smartphones ou então posicioná-los mais próximo da altura dos olhos são boas estratégias para evitar o problema.


"Tente não manter a mesma postura por muito tempo", disse a fisioterapeuta Priya Dasoju.


"Coloque um lembrete no celular ou no computador para se certificar de que você não está na mesma posição por muitos minutos consecutivos."


Os médicos garantem que as condições causadas por uso excessivo de smartphones são apenas dolorosas, não fatais.


http://www.bbc.com/

ECOLOGIA: 2º PARTE SÓ PRA VCS GALERINHA !!

O BLOG TRÁS PARA VOCÊS QUESTÕES COMENTADAS..


Observe a cadeia alimentar representada no esquema abaixo.

Nomeie o nível trófico no qual é encontrada a maior concentração de energia, indique a letra que o representa no esquema e justifique sua resposta. Nomeie, também, o nível trófico responsável pela reciclagem da matéria no meio ambiente, indique a letra que o representa no esquema e justifique sua resposta

Resolução:
Produtores - A; Decompositores - F
Ao longo de uma cadeia alimentar terrestre, os vegetais são denominados produtores, sendo os responsáveis pela absorção da energia luminosa do Sol. Como, a cada nível da cadeia alimentar, há uma perda de energia representada pelo metabolismo dos seres vivos, as plantas representam o nível trófico de maior energia em qualquer cadeia alimentar terrestre. A matéria orgânica produzida pelos resíduos metabólicos de todos os seres vivos e por suas estruturas depois de mortos sofre a ação decompositora de bactérias e fungos, que transformam essa matéria em substâncias simples capazes de serem absorvidas pelos produtores de todas as cadeias alimentares. Desse modo, bactérias e fungos são responsáveis pela reciclagem de matéria na natureza.






As pirâmides ecológicas são utilizadas para representar os diferentes níveis tróficos de um ecossistema e podem ser de três tipos: número de indivíduos, biomassa ou energia. Elas são lidas de baixo para cima e o tamanho dos retângulos é proporcional à quantidade que expressam. Considere uma pirâmide com a seguinte estrutura:

a) Que tipo de pirâmide, entre os três tipos citados no texto, não poderia ser representada por essa estrutura? Por quê?
b) Dê um exemplo de uma pirâmide que pode ser representada pela estrutura indicada. Substitua 1, 2 e 3 por dados quantitativos e qualitativos que justifiquem essa estrutura de pirâmide.

Resolução:
a) Pirâmide de energia. A pirâmide de energia só pode ser representada com a base larga (produtores) e com os níveis superiores mais estreitos, pois sempre há perda de energia quando se passa de um nível trófico para outro.
b) A pirâmide pode ser representativa da biomassa do plâncton marinho, na qual 1 representa a massa do fitoplâcton, 2, a massa do zooplâncton e 3, a dos peixes. A biomassa do fitoplâncton pode ser menor do que a do zooplâncton, porque a biomassa que o constitui se reproduz com grande velocidade e apresenta alta eficiência fotossintética, assegurando a nutrição do zooplâncton, que possui maior biomassa e menor capacidade reprodutora. A pirâmide também pode ser de números, na qual 1 pode ser uma árvore, 2, os pulgões parasitas dessa planta e 3, as joaninhas (besouros), que são predadores dos pulgões. Uma árvore pode nutrir milhares de parasitas, os quais alimentam um menor número de predadores. 

A vaca é um ruminante, cujo estômago tem compartimentos onde ocorre o processo de digestão da celulose. Esse processo é auxiliado por microrganismos.

a) Que tipo de relação biológica existe entre a vaca e esses outros seres vivos? Justifique.
b) Que nutrientes do mesmo grupo da celulose os humanos conseguem digerir?

Resolução:
a) Mutualismo: é uma relação obrigatória, em que ambos os indivíduos ganham com a associação. O microrganismo encontra um ambiente (abrigo) com alimento e a vaca tem a digestão favorecida. b) A celulose é um polissacarídeo, assim como o amido e glicogênio.

A figura abaixo representa relações existentes entre organismos vivos.

 (Adaptado de: http://pseudoartes.blogspot.com.br/2010_12_01_archive.html.)

a) O que é representado na figura? Que tipo de organismo é representado por X?
b) Qual seria a consequência do desaparecimento das aves mostradas na figura acima? Qual seria a consequência do desaparecimento das plantas mostradas na figura acima?

Resolução:
a) A figura representa uma teia alimentar, onde x representa os organismos decompositores. 
b) O desaparecimento das aves causará um desequilíbrio na teia alimentar, ocasionando a variação nas populações das espécies remanescentes. O desaparecimento das plantas causará colapso na teia alimentar, resultando na extinção de todas as espécies.


Ecologia: 40% das questões do ENEM & VESTIBULARES.

O Blog hoje vem com DICAS para galerinha que está estudando!!

1) As citações:
I. “A floresta Amazônica deve ser preservada a qualquer custo. Afinal ela é o verdadeiro pulmão do mundo”.

II. “Diante das demandas promissoras dos mercados de carbono, algumas áreas de plantio na Amazônia têm sido abandonadas para dar lugar a uma nova dinâmica de recolonização nessas áreas”. 

Foram extraídas, a primeira, de uma propaganda de TV de cunho ambientalista, e a segunda, de uma revista de divulgação científica. Considerando tais citações:
a) pode se falar em erro conceitual, quando se faz referências a florestas maduras como a Amazônia, como “pulmão do mundo”? Justifique sua resposta.

b) indique duas diferenças básicas encontradas entre comunidades de início e de final de sucessão relacionadas com a dinâmica dos processos ecofisiológicos em um ecossistema florestal.
Resolução:
a) Sim. As florestas em equilíbrio atingem um estágio denominado estágio clímax, no qual tudo que é produzido através do processo da fotossíntese será consumido metabolicamente e, portanto não se observa a emissão de oxigênio e nem absorção do carbono a partir do meio-ambiente.

b) A comunidade inicial ou ecese apresenta baixa biodiversidade e alta produtividade primária, enquanto que a comunidade clímax ou final possui alta biodiversidade e baixa produtividade primária.  
2) A tabela apresenta as características gerais de duas importantes classes de Angiospermas.
                          
Considerando as Classes I e II representadas na tabela,
a) dê, para cada uma dessas classes, um exemplo de planta cultivada e escreva sobre sua importância econômica.

b) a rotação de culturas envolvendo uma importante família de plantas pertencentes à Classe I e uma importante família de plantas pertencentes à Classe II, e a adubação verde são práticas agrícolas de grande relevância ecológica. Dê dois exemplos de plantas normalmente usadas na adubação verde e na rotação de culturas, e mostre qual a importância dessas práticas.
Resolução:
a) As plantas da classe I correspondem às dicotiledôneas (feijão, soja, amendoim etc).As plantas da classe II correspondem às monocotiledôneas (arroz, milho, cana-de-açúcar). As dicotiledôneas citadas, soja, amendoim e feijão, podem ser utilizadas, respectivamente, para extração de óleo e alimentação (soja e amendoim) e alimentação somente (feijão), são ricas em proteínas e ferro. As monocotiledôneas são usadas na obtenção de etanol, como é o caso da cana-de-açúcar e também na alimentação, com o arroz.

b) A soja e o feijão são plantas leguminosas que se associam com bactérias fixadoras de nitrogênio, dando início ao ciclo desse elemento na natureza e que, com a participação de outras bactérias, forma-se nitrato, importante fonte de nitrogênio para outras plantas que através desse macronutriente, poderá produzir compostos orgânicos.
3) Em carta enviada à revista científica Science, cientistas brasileiros afirmaram que as mudanças no Código Florestal Brasileiro, aprovadas por comissão especial da Câmara dos Deputados neste ano, poderão levar mais de 100 mil espécies à extinção, além de aumentar substancialmente as emissões de gás carbônico (CO2) na atmosfera.

a) Qual o problema ambiental causado pelo aumento das emissões de gás carbônico e quais suas consequências?
b) Segundo os cientistas, a flexibilização no Código Florestal estimulará o desmatamento e reduzirá a restauração obrigatória de áreas nativas ilegalmente desmatadas. Explique como essas mudanças no código podem levar à extinção de espécies e ao aumento nas emissões de gás carbônico.
Resolução:
a) O aumento das emissões de gás carbônico na atmosfera aumenta o efeito estufa. As consequências são a ampliação da temperatura global e o derretimento das calotas polares, levando à elevação dos níveis dos Oceanos.

b) As mudanças no Código Florestal estimularão o desmatamento, que ocasionará uma redução da cobertura vegetal. Isso interfere nas teias alimentares, empobrece o solo, altera a temperatura e umidade do ambiente e reduz a transformação do carbono (CO2) em biomassa aumentando o seu teor na atmosfera.
4) Copaifera langsdorffii é uma árvore de grande porte, amplamente distribuída pelo Brasil e conhecida popularmente como copaíba. A dispersão das sementes da copaíba é feita por aves frugívoras.

a) Indique e explique objetivamente a relação ecológica que se estabelece entre a copaíba e as aves frugívoras.
b) Considerando que as sementes poderiam germinar ao redor da planta-mãe, por que a dispersão é importante para a espécie vegetal?
Resolução:a) Proctocooperação. A árvore é beneficiada pela dispersão de suas sementes, enquanto as aves se alimentam da polpa carnosa de seus frutos
b) A dispersão das sementes é importante para a espécie vegetal porque diminui a competição entre a planta-mãe e sua descendência por nutrientes do solo e luz, e amplia a ocupação territorial.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

O que você sabe dos LIPÍDIOS ?




Os lipídios são moléculas orgânicas formadas a partir da associação entre ácidos graxos e álcool, tais como óleos e gorduras. Eles não são solúveis em água, mas se dissolvem em solventes orgânicos, como a benzina e o éter.




Oléos e Gorduras,existe diferença??

















Por causa de sua origem em nossa alimentação, é costumeiro se ver uma classificação trivial e útil na nutrição das gorduras em gordura animal e gordura vegetal. Um exemplo de gordura animal é a banha de porco, uma gordura vegetal comum é o azeite de oliva.


Glicerídeos


Constituem os óleos e as gorduras, que diferem entre si quanto ao ponto de fusão. À temperatura ambiente, os óleos são líquidos, pois um ou mais dos ácidos graxos têm predominância de insaturações na cadeia. E as gorduras são sólidas pelo fato dos ácidos graxos terem predominância de saturação na cadeia. Os glicerídeos possuem elevados teores energéticos e são os principais componentes lipídicos da dieta humana.
Em mamíferos que vivem em regiões polares, como a baleia, a gordura forma uma espessa camada subcutânea ou “colchão adiposo”, que envolve o corpo e permite o isolamento térmico do animal em relação ao ambiente frio. As moléculas dos glicerídios podem ter um, dois ou três ácidos graxos associados ao glicerol, um álcool conhecido como glicerina. Ácidos graxos são compostos de longas cadeias de carbono, saturadas ou não, que formam os ésteres das gorduras e dos óleos.


Ácidos graxos


São ácidos carboxílicos constituídos cadeias hidrocarbonadas de quatro a trinta e seis átomos de carbono e representam uma importante fonte de energia para as células. São considerados anfipáticos por apresentarem uma extremidade polar (hidrofílica) e uma extremidade apolar (hidrofóbica).
Em temperatura ambiente (25°C), os ácidos graxos saturados de 12 a 24 átomos de carbono possuem consistência cerosa, ao passo que os ácidos graxos insaturados do mesmo comprimento são líquidos e oleosos. Dessa forma, o ponto de fusão dos ácidos graxos insaturados é menor do que os ácidos graxos saturados.
Entre os diversos ácidos graxos esterificados nos lipídios destacam-se:
Ácido butírico: H3C-CH2-CH2-COOH
Ácido palmítico: H3C-(CH2)14-COOH
Ácido esteárico: H3C-(CH2)16-COOH
Ácido oleico: H3C-(CH2)7-CH=CH-(CH2)7-COOH
Ácido ricinoleico: H3C-(CH2)5-HC(OH)-CH2-CH=CH-(CH2)7-COOH
Ácido linoleico: H3C-CH2-CH=CH-CH2-CH=CH-CH2-CH=CH-(CH2)7-COOH
Ácido eleoesteárico: H3C-(CH2)3-CH=CH-CH=CH-CH=CH-(CH2)7-COOH


Dentre os glicerídeos, os principais em suas formas naturais e extraíveis são:



Banha: apresenta-se no tecido adiposo dos animais; constituindo-se de misturas de glicerídeos de ácidos palmítico, esteárico e oleico.
Sebo: presente no tecido adiposo dos bovinos. Pelo seu aquecimento se obtém a margarina natural, constituída principalmente de glicerídeos de ácido palmítico e esteárico.
Manteiga de leite: obtida principalmente de leite de vacas e de cabras e cujos principais ácidos graxos envolvidos são o ácido palmítico, o esteárico, o oleico, o capróico(C7H15COOOH), caprílico (C5H11COOOH).
Manteigas vegetais: as mais comuns são a manteiga de côco, a manteiga de cacau e a manteiga de cupuaçu.
Óleo de linhaça: é um óleo usado como um secativo, extraído do linho e composto principalmente de glicérídeos contendo ácido linoleico e linolênico.


Os óleos ditos secativos contém glicerídeos de ácidos graxos insaturados, com múltiplas ligações. Devido a esta insaturação de suas moléculas eles se polimerizam e se oxidam quando em contato com o ar, transformando-se em películas finas, resinosas e transparentes quando aplicadas sobre superfícies. Por esta propriedade são aproveitados em formulações de vernizes e tintas e diversas formulações de revestimentos de superfícies.
Óleo de tungue: óleo com propriedades secativas, cujo principal glicerídeo é o ácido eloesteárico.
Óleo de oiticica: óleo com propriedades secativas que contém entre outros ácidos graxos o ácido linoleico. É extraído das plantas comuns em diversas regiões do Brasil.
O óleo de rícino é outro óleo secativo, extraído da semente da mamona, e o mais destacado dos ácidos graxos que o compõe é o ácido ricinoleico.
Óleo de algodão, um óleo comestível, extraído do caroço do algodão, usado como alimento, lubrificante e combustível. Seus principais glicerídeos são compostos pelos ácidos graxos como o ácido palmítico, o ácido esteárico e o ácido oleico. Estes glicerídeos estão também presentes no óleo de amendoim, óleo de oliva, óleo de côco, o óleo de patauá (extraído de determinadas palmeiras da Amazônia), o óleo de babaçu, o óleo de dendê (extraído da palmeira dendê, nativa da África, aclimatada no Brasil).
O óleo de girassol é produzido industrialmente a partir das sementes de girassol. Após limpeza, secagem, descasque, tiruração e extração com solvente. Sofre remoção do solvente e refino, com etapas que incluem desgomagem (remoção de gomas), branqueamento e desodorização. É essencialmente constituído por triacilgliceróis (98 a 99%), com um elevado teor em ácidos graxos insaturados (aproximadamente de 83%), mas reduzido teor em ácido linolénico (menos de 0,2%). É principalmente rico em ácido linoleico.
É crescente a disponibilidade de óleo de milho, devido a crescente produção de etanol a partir do milho dos EUA. Esta grande produção levou ao desenvolvimento de derivados químicos dos ácidos graxos do óleo de milho, como os tensoativos e emulsificantes, em substituição aos tradicionais derivados de oleo de côco, nos cosméticos eprodutos de higiene.
Pela grande produção de soja, sem uso do grão íntegro (o que ocorre parcialmente com o milho), o óleo de soja está entre os óleos vegetais mais produzidos no mundo, e em especial, sua destinação além da produção de margarina vegetal e inúmeros outros derivados por hidrogenação, também tem se direcionado para a produção debiodiesel. Representa 18 a 20% da composição nutricional da soja, sendo que possui predominância de ácidos graxos poliinsaturados (58%), monoinsaturados (23%) e pouca participação de saturados (15%). Os principais ácidos graxos que o compõe são ácido linoleico (aprox. 54%), ácido oleico (aprox. 22%), ácido palmítico (aprox. 10%).
Um óleo em crescente uso é o óleo de canola, extraído de variedades da colza.


Lipídios antipáticos





Incluem os glicerofosfolipídeos, os esfingolipídeos e as esfingomielinas.
As esfingomielinas contêm fosfocolina, ou fosfoetanolanina como seu grupo-cabeça polar, e são classificados como fosfolipídeos juntamente com os glicerofosfolípideos. Essas esfingomielinas guardam semelhança, com as fosfatidilcolinas em suas propriedades gerais e estrutura tridimensional, e pelo fato de não ter carga nos seus grupos cabeça. Também estão presentes nas membranas plamáticas de células de animais, e são especialmente importantes na mielina, uma lâmina membranosa que envolve e isola os axônios em alguns neurônios, daí se dá o nome esfingomielinas.
Os glicoesfingolipídeos,que ocorrem principalmente na face externa da membrana plasmática, têm grupos cabeça com um ou mais açucares ligados diretamente ao – OH, em C-1 da porção ceramida, não contendo fosfato. Os cerebrosídeos, têm um único açucar ligado á ceramida, aqueles com galactose são caracteristicamente encontrados na membrana plásmatica de células em diferentes tecidos neurais. Já os globosídeos, são glicoesfingolipídeos neutros (sem carga elétrica), com dois ou mais açucares; usualmente D – glicose, D – galactose ou N – acetil – D galactosamina. Cérebrosídeos e globosídeos são às vezes, também chamados glicolipídeos neutros, pois não tem carga em ph 7.
Os gangleosídeos, são os esfingolipídeos mais complexos, apresentam oligossacarídeos como seus grupos-cabeças polares, e como unidades terminadas em um ou mais resíduos de ácido N – acetilneuramínico (Neu SAc), também chamado ácido siálico, este se dá aos gangliosídeos com um resíduo de ácido siálico, estão na série GM (M para monossérie), aqueles com dois ácidos siálicos estão na série GD (D para di), e com três ácidos siálicos na série GT, e assim sucessivamente.
Aminoálcool com uma cadeia de hidrocarboneto insaturada longa. A esfingosina e seu derivado esfinganina são as bases principais dos esfingolipídeos nos mamíferos.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADpido
Postado por: Maurício Janderson

QUÍMICA DO AMOR!!


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A DOPAMINA é uma das substâncias responsáveis pelas descargas de emoções para o coração e as artérias. É um neurotransmissor da alegria e da felicidade liberado no organismo para potencializar felicidade. A pessoa fica agitada, corajosa e disposta a fazer coisas novas, apesar de dormir e comer mal. O mecanismo cerebral é muito parecido com aquele de se viciar em cocaína. A sensação é tão gostosa que a pessoa pede a Deus para que essa paixão dure para sempre e a dependência pelo amado provoca uma síndrome de abstinência quando eles se distanciam.












FENILETAMINA, outra molécula natural parecida com a anfetamina associada a várias mudanças nos apaixonados, assim como a NORADRENALINA, que contribui com a memória para novos estímulos. Por isso os apaixonados costumam se lembrar da roupa que o amado usava, da voz e do jeitinho natural. Os hormônios como a OXITOCINA e VASOPRESSINA, que formam os laços afetivos mais duradouros e intensos, também tendem a aumentar nas fases mais agudas, preparando o terreno para um relacionamento estável.


Uma área específica do cérebro se mostra ativadas em pessoas apaixonadas, são locais cheios de DOPAMINA e ENDORFINA, um neurotransmissor com efeito semelhante ao da morfina. Juntos eles estimulam o prazer, com o mesmo mecanismo do prazer em comer quando sentimos fome e em beber quando temos sede. Quanto mais contato se tem com o amado ou a amada, mais liberação de endorfina e dopamina, ou seja, de mais e mais prazer.


Ainda digo mais minha cara amiga Karlla Patrícia Silva do Diário de Biologia,quando há uma "química" entre os pares ao surgir o primeiro beijo molhado os corpos respondem e se respondem e em seguida surge o famoso friozinho na barriga melhor ainda é o primeiro sinal que há química entre o casal. ( P. Alan Calvet ).


A química da paixão existe mesmo!
Fonte: superinteressante
Karlla Patrícia - Bióloga